Reserva de emergência, quem tem a sua?

Assisti a uma live ótima com o Prof. Francis Renato Sabino, entre as muitas informações recebidas, desejo compartilhar a necessidade da Reserva de Emergência. Sabino não gosta muito de chamar assim essa reserva, mas acredito que neste momento é o nome certo para colocar.

O objetivo da reserva de emergência é ser um recurso que esteja disponível a qualquer momento em caso de necessidade inesperada. E isso pode ser no caso de uma demissão, urgência médica ou quem sabe, quando acontece uma pandemia.

Problemas sempre acontecem e nem sempre há como evitá-los, precisamos tentar diminuir os danos, caso aconteçam e com isso não recorrer a empréstimos bancários com juros extremamente altos. A reserva tem esse propósito, manter o modo de vida e os bens intactos, mesmo em períodos sem receita.

Essa reserva precisa ser mantida em um investimento conservador e protegido. Aquele que se transforma em dinheiro imediatamente.

Mas como devemos calcular essa reserva, como proceder para que ela tenha realmente a eficiência desejada? Uma reserva de emergência com Selo Prata deveria corresponder a cerca de seis meses de uma subsistência essencial e a de selo Ouro a um ano de despesas essenciais de uma pessoa ou de uma família. São as opções mais adequadas.

Veja alguns exemplos de pessoas com gastos diferentes:

Paulo tem as seguintes despesas que considera serem o mínimo para sua sobrevivência: aluguel de casa R$ 500,00; alimentação básica no mês R$ 250,00; transportes para o trabalho R$ 100,00; medicamentos  R$ 200,00. Valor mensal R$ 1.050,00 – Reserva Emergência Ouro: R$ 12.600,00

Sandra tem as seguintes despesas que considera serem o mínimo para sua sobrevivência: Aluguel de casa R$ 1.500,00; alimentação básica no mês R$ 450,00; transporte R$ 400,00; saúde R$ 300,00. Valor mensal R$ 2.650,00 – Reserva Emergência Ouro: R$ 31.800,00

Isso significa que Pedro deveria poupar sempre que for possível até chegar ao mínimo de R$12.600,00, em uma aplicação bem conservadora de liquidez rápida para esse propósito. No caso de Sandra, o valor da reserva seria de R$31.800,00.

Lembremos que esses valores devem conter o mínimo das necessidades, ou seja, aquilo que realmente é preciso para sobreviver, tirando os supérfluos e os gastos desnecessários.

Ao fazermos isso, entenderemos o quanto realmente custa para nos mantermos vivos e ainda perceber que há coisas que são consideradas importantes, mas, quando colocadas na ponta do lápis observamos que podemos muito bem viver sem.

 Muitos já possuem essa reserva, então é o momento de compartilhar os métodos utilizados  com os amigos e parentes,  Assim, se tornarmos isso um hábito saudável,  passaremos por momentos difíceis  mais tranquilamente.

Pense nisso, boa semana!

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