Nelson TheodoroJr

Ficamos para a segunda época no quesito corrupção.

 

Ao ler o artigo de Rariane Costa, comecei a refletir: como é possível repetir, por dois anos consecutivos, a pior nota dos últimos tempos? Foram 35 pontos no Índice de Percepção da Corrupção (IPC). A nota máxima é 100. Ou seja, tiramos 3,5 — e estamos repetindo de ano pela segunda vez.

O mais preocupante é a posição: 107º lugar no ranking, à frente apenas de 75 países considerados os mais corruptos do mundo.

Estamos muito distantes de exemplos como Dinamarca (89 pontos), Finlândia (88) e Singapura (84), países que há anos investem fortemente em transparência, governança e instituições sólidas.

Junto com o IPC, a ONG Transparência Internacional divulgou um relatório apontando o agravamento do cenário e a infiltração do crime organizado no Brasil. Isso me fez lembrar rapidamente de casos recentes que ganharam destaque, como o Banco Master e os descontos indevidos nas contas do INSS — situações que aumentam a desconfiança da população.

A ONG reforça a necessidade de maior transparência e fortalecimento institucional.

É claro que o índice não mede de forma absoluta os níveis de corrupção, mas sim a percepção de especialistas e agentes que acompanham o tema. Ainda assim, fica a pergunta no ar: nós também percebemos isso no nosso dia a dia?

Independentemente de partido, ideologia ou de quem esteja no poder, corrupção não pode ser normalizada. Transparência, responsabilidade e compromisso com o dinheiro público devem ser princípios permanentes — não bandeiras temporárias.

 
 

Faça parte dessa revolução no marketing e nas vendas. O cliente é o herói. Seja o guia! Para saber mais, entre em contato: nelson@theodorojr.com.br.

Boa semana e Boas Festas!

Nelson TheodoroJr