Nelson TheodoroJr

A região precisa de mais receita e o Carnaval é uma oportunidade

Há algum tempo, comento que o mundo precisa se movimentar cada vez mais com ações positivas, em todos os sentidos. Os movimentos geram outros movimentos e acabam criando demandas que, às vezes, não imaginamos.   Muitas atividades foram deixadas para trás, principalmente, por escolhas feitas por pessoas despreparadas e sem olhar os números ou as estatísticas confiáveis. Acreditaram que algumas atividades eram desnecessárias, afirmando ser desperdício de dinheiro.   Isso aconteceu com o Carnaval, na maioria das cidades de nossa região. Onde antes havia uma alta demanda de visitas e de participação popular, hoje, são vultos de um passado, deixando espaços para as drogas e para os bandidos aliciarem novos integrantes.   O Carnaval não é apenas folia, ele é motivo para atrair visitantes para nossas cidades, os tão desejados turistas, que vêm com recursos para gastar no comércio, nos bares, nos restaurantes e nos hotéis. O Carnaval é um grande gerador de empregos, nos mais diversos setores da economia, das costureiras aos motoristas de Uber, sem distinção.   Segundo o Ministério do Turismo, o Carnaval deve gerar este ano mais de 36 milhões de pessoas em 6 cidades brasileiras. O que obriga o setor público dessas cidades a investir em segurança, meios de transporte e benefícios para seus moradores. Sem falar que esse número de pessoas vai gastar nas cidades. Realizando uma conta bem baixa, se cada uma delas deixar na cidade R$ 100,00, haverá R$ 360 milhões de reais em circulação. E ainda tem os valores dos patrocínios das empresas para falar com esse público.   Alguns podem mencionar que isso é apenas para cidades grandes, afirmo com conhecimento de causa, é para todas as cidades. Os investimentos retornam com certeza. Um exemplo: em Mogi Mirim, montamos uma Bateria de Escola de Samba que se chama SAMBAFAM, conseguimos unir 40 pessoas, entre bateristas e apoio, recebemos alguns patrocínios, que foram investidos em camisetas e em instrumentos.  Além de que todos os integrantes, por estarem no movimento, acabaram investindo em detalhes particulares, como tênis, bermudas, chapéus, maquiagens e outros adereços.   Também foi preciso contratar equipamentos de som, transporte para os instrumentos e pessoas, lanches, refrigerantes, água, peles para manutenção dos instrumentos. Resumindo, em média estimamos que a montagem gerou uma movimentação financeira, no comércio local, entre R$ 40.000,00 e R$ 50.000,00.   Esses recursos estariam parados em contas bancárias, sem gerar nada e devido ao “movimento” foram para as ruas, gerando riqueza, renda e alegria.   Esse é um pequeno exemplo de como as ações que geram movimentos trazem retorno. Investir nos eventos culturais ou melhor nas atividades, fazendo as pessoas saírem de casa, gera riqueza para todos.   Assim, quantas atividades durante o ano podem ser boas oportunidades, a folia de reis, o forro nas festas juninas, os desfiles cívicos, os bingos da vovó e o Natal são exemplos que geram muita renda para toda nossa região. Agora, o detalhe é que os eventos geram movimentos, lembre-se até o mundo gera, se ele parar, tudo acaba.     Vamos pensar nisso juntos? Boa Semana! Fiquem com Deus!

A influência das cores no sucesso da empresa

Há muitas pessoas que não acreditam na influência das cores nos ambientes, mas posso afirmar com certeza de que existem grandes estudos que comprovam. Por isso, é importante saber quais as cores mais indicadas para cada ambiente, embalagem e até roupas para as diferentes ocasiões. Então, como elas auxiliam no dinamismo dentro de uma empresa? A ação das cores no ambiente de trabalho vai muito além das pinturas nas paredes. Elas possuem o poder de interferir nos sentimentos, despertar criatividade, inclusive, gerar mais segurança e produtividade. As cores atuam até na percepção do tempo. Por exemplo, em ambientes com tons mais quentes há a sensação de que o tempo passa mais rápido (os restaurantes fast foods usavam muito o vermelho, internamente, com a intenção de que as pessoas consumissem e saíssem, rapidamente, dando espaço para outros). O que não ocorre quando os tons frios são utilizados, o que causa a sensação de que o tempo passa mais devagar. Nesses dois exemplos, já percebemos a importância de escolher bem as cores em nossas empresas. Enquanto as cores quentes ativam o lado emocional e instintivo, as cores frias influenciam o lado mais racional e intelectual. Uma sala de repouso, um espaço de reuniões, uma sala de aula, o ambiente de um hospital, uma loja de roupas infantis ou de adultos precisam seguir uma combinação de cores que melhor possam interagir com o ser humano. Uma boa sugestão é fugir dos ambientes frios e optar por ambientes mais alegres, claros e limpos. Uniformes: As cores dos uniformes dos funcionários podem ajudar a transmitir a imagem e a cultura da empresa. Por exemplo, cores mais sóbrias, como preto e cinza, podem ser usadas para transmitir seriedade e profissionalismo, enquanto cores mais vibrantes, como azul e verde, podem ser usadas para transmitir criatividade e inovação. Mobiliário: As cores dos móveis e do mobiliário também ajudam a criar um ambiente mais agradável e acolhedor. Por exemplo, as cores neutras, como marrom e cinza, podem ser usadas para criar uma atmosfera mais clássica e sóbria, enquanto as cores vivas, como vermelho e amarelo, podem ser usadas para criar um ambiente mais animado e divertido. Em geral, a escolha das cores deve ser baseada nas metas e nas necessidades da empresa, e é preciso levar em consideração as preferências e as percepções das pessoas que trabalham na empresa. Além disso, é importante lembrar que a utilização de cores tem um impacto significativo no ambiente de trabalho e, por isso, é importante escolhê-las cuidadosamente. As cores têm uma forte influência psicológica e emocional e são associadas a diferentes significados e simbolismos.  Se gostou dessa dica, converse com seu arquiteto ou até mesmo com um profissional especializado, um Colorista, e use e abuse das possibilidades. Boa semana e fique com Deus!

O primeiro atendimento define a próxima venda

Um Bom Dia para o Dia Todo. Sempre que reclamamos de alguma coisa ou de algum serviço, pode ser que encontremos as mais diferentes respostas. Podemos gerar os maiores relatórios em nossa cabeças sobre os motivos que nos levaram a não aprovar o atendimento recebido. No entanto, muitas vezes nos esquecemos de avaliar se quem nos atendeu foi realmente treinado, capacitado para desempenhar aquela determinada função, ou então se esse profissional estava realmente interessado em resolver o seu problema. O atender bem é querer ajudar na dor que um cliente possui. Vou dar um depoimento de um super primeiro atendimento essa semana. Cheguei na loja de materiais elétricos A Instaladora, e o Francisco Agenor estava fechando, ele me olhou e disse: “Precisa de algo?”. Respondi que precisava de dois metros de fio, mas que poderia voltar no outro dia. Ele prontamente parou de fechar a loja e foi me atender. Pegou o fio que eu precisava e ainda me ofereceu outros itens, fiquei deslumbrado com as sugestões e acabei comprando outro item. Caso eu tenha uma “dor” no mesmo setor, quem acham que vou procurar? O Chico! Assim, volto a afirmar, o atendimento é algo vital para uma empresa. É mais que um “cartão de visitas”, afinal, se o cliente já procurou por seu negócio, é porque ele já conhece ou se interessou por um produto ou serviço que você oferece. Portanto, todos dentro de uma empresa precisam saber atender. E vou além, nós empresários precisamos dar o exemplo deste atendimento. Em um mesmo dia, alternamos nossa atividade por diversas vezes: ora somos clientes, ora somos atendentes. Esse é o ciclo de vida da maioria das pessoas. Pensando desta forma, veremos que o treinamento de nossa equipe não pode ficar restrita apenas ao que ela faz sistematicamente, mas aquilo o que é necessário para a empresa e ainda, “ao que o cliente realmente precisa”. Seja na hora de solicitar uma informação, de pedir a alteração de um produto, ao atender uma ligação ou mensagem, é necessário ser cordial e prestativo. Afinal, é a sua imagem que está em jogo. No jogo das frases, algumas fazem milagre no atendimento como: “Olá, como vai?”, “O que o senhor (ou senhora) precisa?”, “Posso te ajudar?”, “Infelizmente não posso lhe ajudar, mas deixe seu número de contato que peço para o responsável te ligar ou enviar uma mensagem…”, “Há algo mais que posso fazer por você?”, são pequenas palavras que podem colaborar muito com a boa impressão do seu primeiro atendimento.   Boa Semana! E fique com Deus.

Bom dia!!!!! Será que meu CPF está “Sujo na Praça”?

Essa pergunta chegou há alguns dias e é uma ótima oportunidade para comentar esse assunto. Caro leitor, lembra, quando foi a última vez que verificou a situação do seu CPF? Saber se existem pendências no seu Cadastro de Pessoa Física, essa é uma informação muito importante, tendo esse conhecimento poderá regularizá-lo o mais rápido possível e manter suas finanças em dia. Recentemente, passei por uma situação que estar com CPF “limpo” era obrigatório e pintou a dúvida: como saber? Existem instituições por aí que quase sempre cobram para informar, sem falar que é necessário ir até o local para se identificar. Então, para responder essa questão, tive o cuidado de procurar uma solução que posso atender de uma forma mais rápida e simples essa necessidade. Encontrei uma opção GRATUITA do SERASA, (ela oferece uma opção paga que dá mais respostas a outras perguntas), mas o que importa, nesse caso, é saber se o nome está limpo na praça. Para isso, basta fazer o cadastro e não tem custo, a ferramenta vai mostrar como está o CPF e ainda qual é seu SCORE – Esse mostra seu comportamento financeiro no mercado, quanto maior sua pontuação, mais indica ao mercado que você tem condições de pagar suas contas em dia. Mas como é feita essa pontuação? Para compor o número do Score, são usadas: as informações do Cadastro Positivo referentes aos créditos contratados; as pendências em seu nome; as dívidas e os pagamentos de dívidas; as consultas realizadas por empresas no seu Score; as informações sobre seu tempo de relacionamento com o mercado de crédito e a participação em empresas. Uma informação muito importante é que o Score não leva em conta a renda das pessoas no cálculo e, sim, o comportamento e o perfil financeiro atual. Para se entender melhor, quando uma pessoa tem um salário alto, mas também dívidas negativadas, pagamentos de crédito atrasados e muitas consultas ao CPF em sequência, provavelmente não terá um Score alto. Outro ponto importante é que em todo lugar existem os espertalhões, que prometem tudo, para tirar recursos dos desavisados, não confie em empresas que prometem aumentar seu Score em troca de pagamento ou mensalidade. Não existe nenhuma forma de aumento de pontuação, dessa forma, ele só melhora ou piora com as suas atividades financeiras do dia a dia.  E já que mencionei o “nome sujo” de onde vem essa expressão? Conta a história que a expressão “nome sujo na praça” nasceu em uma época em que os comerciantes se reuniam nas praças das cidades para compartilhar as informações sobre as pessoas que compravam fiado em suas lojas e acabavam não pagando. Em uma dessas cidades, na praça, havia uma grande árvore e como algumas vezes os comerciantes se atrasavam para os bate-papos, começaram a colocar os papéis com o nome dos devedores nessa árvore, surgindo a expressão “Seu nome está sujo na praça”. Então aproveite esse conhecimento e acesse o site: https://www.serasa.com.br/score/ e veja como está seu CPF “NOME NA PRAÇA”, nunca se sabe quando precisará dessa informação. Boa Semana!

JÁ SE PREPAROU PARA AS NOVAS REGRAS DO PIX?

Desde a sua criação, em dois anos, o sistema atingiu 26 bilhões de transações e movimentou R$ 12,9 trilhões no mesmo período. Sabia que desde fevereiro do ano passado, foi mais utilizado do que os cartões de crédito. Bem, as mudanças prometem resultados ainda mais impressionantes – e, é claro, muitas oportunidades para os seus negócios também. As alterações aconteceram com uma Instrução Normativa nº 331 do BCB (Banco Central do Brasil) no DOU em 02/12/2022. Segundo às normas, o objetivo é simplificar as regras e aprimorar a experiência dos usuários, mantendo o nível de segurança. As novas regras passam a valer a partir de 2 de janeiro de 2023, com exceção dos ajustes feitos na gestão dos limites para os clientes por meio dos canais digitais que, nesse caso, valem a partir de 3 de julho do próximo ano. A partir de agora, os bancos não são mais obrigados a impor um limite de valor por transação. São obrigados apenas a determinar um limite por período, com possibilidade de diferenciação do limite estabelecido para o período diurno e para o período noturno. Dessa forma, quem tem determinado limite diário, pode usá-lo tudo de uma vez ou em várias transações.  As regras para que os clientes peçam alterações no limite seguem as mesmas: se o cliente pedir uma redução de limite, o banco deve reduzir imediatamente para as pessoas físicas e em até um dia útil, após a solicitação, caso solicitada por pessoa jurídica. Se o pedido for para aumentar o limite, ele deve ser autorizado entre 24 e 48 horas após a solicitação. O limite por período para transações PIX, exceto no caso em que houver expressa autorização do usuário, deve ser igual ao limite diário disponibilizado para a TED para período diurno, caso o usuário recebedor seja pessoa física. Caso o usuário recebedor seja pessoa jurídica, o limite diário disponibilizado deverá ser igual ao da TED, independente do período. Para o período noturno, o limite é de R$ 1 mil, caso o usuário recebedor seja pessoa física distinta do usuário pagador. Outra alteração prevista é que passa a ser opcional aos bancos oferecer a customização do horário noturno, para o qual o cliente pode solicitar um limite menor para suas transações. Normalmente, o horário noturno é entre 20 h e 6h, mas os bancos podem oferecer aos clientes a possibilidade de mudar esse horário para 22h e 6h. Outra novidade é o aumento do valor limite para retirada de dinheiro pelo PIX Saque e pelo PIX Troco. O limite durante o dia (entre as 6h e as 20h) passa de R$ 500 para R$ 3 mil e para o período noturno (entre as 20h e as 6h) de R$ 100 para R$ 1 mil. A medida tem como objetivo adequar os limites usualmente disponibilizados nos caixas eletrônicos para saques tradicionais. No caso do PIX Troco, os limites estabelecidos incidem apenas sobre a parcela da transação equivalente ao montante de recursos em espécie disponibilizado para o usuário.   Os bancos deverão disponibilizar para seus clientes, a funcionalidade para gestão de limites. As funcionalidades para gestão de limites deverão estar disponibilizadas da seguinte forma: no aplicativo provido pela instituição para usuários finais pessoa física; no canal digital disponibilizado pela instituição para usuários finais pessoa jurídica. A funcionalidade de gestão de limite deve incluir, no mínimo: solicitação de aumento e solicitação de redução de limites estabelecidos por período, inclusive com finalidade de saque e de troco e o cadastramento de contas ou de usuários recebedores para possibilitar o estabelecimento de limites específicos. São muitas atualizações que podem contribuir para seu negócio. Mas para isso precisa estar preparado. Se tiver dúvidas pode buscar mais informações com seu gerente no banco ou direto no DOU.   Fique atento as novidades.   Eu sou Nelson Theodoro Junior, Empresário, Publicitário e Diretor da Fecomercio/São Paulo.

Ficamos para a segunda época no quesito corrupção.

Ao ler o artigo de Rariane Costa, comecei a refletir: como é possível repetir, por dois anos consecutivos, a pior nota dos últimos tempos? Foram 35 pontos no Índice de Percepção da Corrupção (IPC). A nota máxima é 100. Ou seja, tiramos 3,5 — e estamos repetindo de ano pela segunda vez. O mais preocupante é a posição: 107º lugar no ranking, à frente apenas de 75 países considerados os mais corruptos do mundo. Estamos muito distantes de exemplos como Dinamarca (89 pontos), Finlândia (88) e Singapura (84), países que há anos investem fortemente em transparência, governança e instituições sólidas. Junto com o IPC, a ONG Transparência Internacional divulgou um relatório apontando o agravamento do cenário e a infiltração do crime organizado no Brasil. Isso me fez lembrar rapidamente de casos recentes que ganharam destaque, como o Banco Master e os descontos indevidos nas contas do INSS — situações que aumentam a desconfiança da população. A ONG reforça a necessidade de maior transparência e fortalecimento institucional. É claro que o índice não mede de forma absoluta os níveis de corrupção, mas sim a percepção de especialistas e agentes que acompanham o tema. Ainda assim, fica a pergunta no ar: nós também percebemos isso no nosso dia a dia? Independentemente de partido, ideologia ou de quem esteja no poder, corrupção não pode ser normalizada. Transparência, responsabilidade e compromisso com o dinheiro público devem ser princípios permanentes — não bandeiras temporárias.

Janeiro, o momento certo para planejar

Depois de passarmos um longo período de recessão econômica, que limitou o poder de compra das famílias, podemos pensar em aproveitar as datas comemorativas do primeiro semestre como alavanca para ajudar as empresas em suas vendas, buscando com isso aumentar o faturamento e o resultado positivo, no final do mês. Reforço isso, porque ainda há muitas empresas considerando apenas o faturamento, quando é preciso ficar de olho no resultado, ou seja, faturamento menos despesas, o resultado dessa conta precisa ser positivo. Se não for, algo está errado. O primeiro passo de minha sugestão é conhecer as datas mais atrativas e planejar ações efetivas para atrair os clientes. Agora em JANEIRO, o primeiro mês do ano pode ser uma excelente oportunidade para “desencalhar” os produtos remanescentes da Black Friday e do Natal. É sempre bom lembrar que qualquer oferta ou redução de preço não deve prejudicar a receita da empresa. Faça as contas do quanto pode ser tirado da margem de lucro para oferecer valores atrativos. Lembre-se que logo teremos a volta às aulas, também é um evento sazonal vantajoso para alguns segmentos. Hoje, além das papelarias e das lojas de vestuário e calçados, muitos outros comércios possuem itens para venda, como os estabelecimentos que comercializam bolsas, mochilas e lancheiras, que podem lucrar no período, anunciando que estão oferecendo os itens com valores atrativos. Já em FEVEREIRO, algumas datas começam a se tornar cada dia mais importantes no calendário nacional, e sua empresa pode se beneficiar do momento para realizar ações promocionais. Vamos mencionar aqui o “Valentine’s Day (Dia de São Valentim)”, em 14 de fevereiro, que celebra o amor e a amizade, então aproveite para realizar campanhas publicitárias, com kit de produtos e combinações.  E não se esqueça do nosso Carnaval que também estará presente no mês (21), portanto, a tradicional data festiva deve movimentar o comércio em fevereiro. Decore sua empresa e planeje ações animadas.  Os confetes e serpentinas são sempre bem-vistos como sinônimos de alegria e as pessoas felizes estão sempre mais abertas a aceitar sugestões. Agora em MARÇO, há o dia 8, quando é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Uma data de grande sensibilização, hoje pelos dados estatísticos já é um dia de relevância em vendas para o público feminino. Procure elaborar ações e estratégias voltadas especialmente para a data. E março temos também o Dia do Consumidor (15), uma ótima data para criar promoções ou condições de pagamento mais favoráveis, visando fidelizar mais clientes, sendo um bom momento para contato direto com o cliente, falando diretamente com ele, oferecendo opções que façam relevância. Assim, começamos nosso planejamento. 3 meses de trabalho bem-feito geram um bom resultado financeiro e, é claro, criam um fluxo de pensamentos positivos na empresa, para que novas ações possam ser realizadas durante o ano. Converse com sua equipe os motivos para proporem sugestões e ideias para esses meses e para os que ainda virão. Boa semana e bons negócios!  

Melhore os resultados do seu site com o Método SB7

Descubra como transformar suas vendas com uma estratégia revolucionária desenvolvida pelo renomado autor e palestrante americano Donald Miller. Conhecido por seus livros que exploram negócios, liderança e marketing, Miller criou o Método SB7, uma abordagem que combina os princípios do Storytelling e da Jornada do Herói para criar mensagens de marketing mais claras, impactantes e eficazes. Se gosta de boas histórias, o Método SB7 vai ressoar profundamente. É a mesma estrutura narrativa que George Lucas utilizou em Star Wars e que tornou a franquia um fenômeno mundial. No entanto, aqui, o enredo é aplicado às suas estratégias de negócios. Como funciona o Método SB7: Faça parte dessa revolução no marketing e nas vendas. O cliente é o herói. Seja o guia! Para saber mais, entre em contato: nelson@theodorojr.com.br. Boa semana e Boas Festas!

Nelson TheodoroJr