Nelson TheodoroJr

Como fazer a diferença e vender mais

As ferramentas online aproximaram mesmo as pessoas. Um exemplo disso foi quando pude ouvir e dialogar com Raul Candeloro. Para quem não conhece, ele é o Gestor da Revista Venda Mais. Apesar de fazer um bom tempo da nossa conversa, me lembro de comentar com o Raul sobre o dia em que ele foi indagado por um cliente que desejava saber por que alguns vendedores de sua empresa vendem mais do que outros. Para responder, uso alguns trechos da minha conversa com Raul Candeloro, que acredito serem muito fiéis à realidade e que podem contribuir bastante com todos. Os clientes preferem um vendedor a outro por vários motivos. Primeiro, todos nós procuramos negociar com pessoas que gostam de fazer negócios, ou seja, que gostam do que fazem e falam com entusiasmo. Quando encontramos um vendedor que abre espaço para isso, ele ganha muitos pontos. Outra coisa que apreciamos é tratar com pessoas que cumprem o que prometem e prometem o que realmente vão fazer. Traduzindo isso, podemos dizer que, em uma empresa, quando o vendedor passa um prazo de entrega, este precisa ser cumprido. Caso contrário, o aviso não pode ser delegado a outro departamento, e sim àquele que vendeu. Esse cuidado se transforma em confiança. Preferimos fazer negócios com pessoas que acreditamos estarem oferecendo as melhores oportunidades e soluções. Não existe coisa pior do que sair de um lugar achando que não fez um bom negócio. Ah! Como gostamos de vendedores que dominam bem sua área de vendas, aqueles que falam de forma objetiva sobre o produto, sem se esquecer de dados importantes, sabem dizer detalhes, funcionalidades, utilidades e as oportunidades que aquele item pode trazer para nós. O que cativa em um vendedor é quando ele nos mantém no foco e esclarece dúvidas, definindo o que realmente necessitamos. Algumas vezes, achamos que sabemos o que precisamos, mas o bom vendedor sabe que não sabemos e nos oferece o que pode realmente solucionar nosso problema ou necessidade. Como é bom encontrar um vendedor ético e honesto, que aprecia um relacionamento duradouro com o cliente! Vendedor que diz a verdade e não fica apenas no discurso. Sabemos que a primeira impressão é a que fica. Um vendedor que cuida de sua aparência, com ar de limpeza, uma camisa passada, uma blusa sem muito decote, um sorriso no rosto. Isso cativa o contato e passa a vontade de voltar a comprar com essa pessoa. Entre muitas coisas que ajudam a vender, está um vendedor que está sempre tranquilo, seguro de seus conhecimentos e firme nas informações, sem ser arrogante a ponto de desconsiderar as informações do cliente. E o ponto alto do sucesso é que gostamos do vendedor que ouve, que presta atenção ao que estamos dizendo, tanto na forma verbal quanto na nossa expressão corporal. Costumo frequentar uma loja de sapatos e, nela, sempre procuro a mesma vendedora. Quando chego, ela me chama pelo nome sorrindo, depois pergunta o que preciso e logo me traz, não apenas a opção pedida, mas oferece 4 ou 5 opções na mesma linha. Enquanto experimento, vai falando sobre a qualidade e durabilidade do produto. Incrivelmente, ela faz isso enquanto atende outros dois clientes com o mesmo sorriso. Em momento algum tenta me vender o produto mais caro. Ao contrário, no momento da escolha, ela mostra os itens que estão com os melhores preços, para que eu saiba realizar o melhor negócio. Essa vendedora é um exemplo para mim. Fiquem atentos a essas dicas, Desejo a todos uma boa semana!

O convívio nas interações off-line e on-line

“Pensando de forma autônoma fora e dentro da internet” é o nome do livro recém-publicado pela Fundação Fernando Henrique Cardoso e pelo Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, com o apoio do NIC.br. O objetivo do livro, editado no formato E-book e disponibilizado gratuitamente, é auxiliar na educação de crianças e adolescentes para que possam lidar com os desafios próprios da era digital, como a proteção da privacidade, o enfrentamento de mensagens de ódio e a desinformação on-line. Juntamente com o livro, foi lançado também um guia para as famílias, no qual os autores abordam o tema de forma focada nas mães e pais, explicando de maneira simples que os mundos on-line e off-line não são mais lugares separados. Eles destacam que os problemas de reflexão e convivência no ambiente digital estão diretamente relacionados às experiências fora dele. Com base nessa ideia, o guia tem como objetivo orientar os mais jovens no desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para que possam interagir nesses dois mundos, mantendo sua autonomia intelectual e emocional. Constatamos que não há mais separação entre o mundo virtual e o mundo real. A educação, seja no lar ou na escola, deve levar em consideração tanto os mundos off-line quanto on-line. Agora, é importante preservar os valores fundamentais, a capacidade de raciocínio e a sensibilidade que se desenvolvem fora das telas. O livro busca indicar caminhos para preparar as pessoas para uma convivência fundamentada no respeito mútuo — essas são as palavras de Bernard Sorj. Um dos pontos importantes da publicação foi a utilização de dados de pesquisas reais realizadas pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do NIC.br, o que a torna muito próxima da realidade. O Guia e o Livro estão disponíveis para acesso no endereço www.coracoesementes.org.br, e espero que essa seja uma boa leitura para as famílias neste início de ano, após vedação o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. É necessário que estejamos preparados para as mudanças, que, querendo ou não, estão acontecendo diante de nós, e, muitas vezes, evitamos observar. Boa semana e fiquem atentos às novidades!

Calendário do Empreendedor: Datas mais importantes em 2025

O ano de 2025 chegou e, com ele, surgem inúmeras oportunidades para os empreendedores, seja para impulsionar as vendas ou para cumprir obrigações essenciais que mantêm o negócio em dia. Organização e planejamento serão os maiores aliados para aproveitar ao máximo cada momento! Uma dica valiosa para o sucesso é analisar o calendário de datas comemorativas com atenção. Essa prática permite antecipar ações estratégicas e estar preparado para as principais datas do ano. Em uma leitura na revista PEGN, encontramos uma lista com as maiores datas comemorativas para ajudar no seu planejamento. Confira: 14 de fevereiro – Valentine’s Day: Conhecido como o Dia de São Valentim, o Valentine’s Day é equivalente ao Dia dos Namorados em diversos países. No Brasil, embora essa data seja celebrada oficialmente em junho, ela pode aquecer as vendas de setores específicos, como lojas de chocolates, presentes, floriculturas e restaurantes. Fique de olho no calendário e prepare-se para transformar essas oportunidades em resultados! 1º a 4 de março – Carnaval: A tradicional festa, que ocorre neste ano, em março, é uma oportunidade para o setor de turismo e vendas de fantasias, acessórios e trajes típicos. É também uma chance de renda extra para empreendedores criativos. 15 de março – Dia do Consumidor: Comemorado oficialmente no dia 15, essa data promove conexão com os clientes por meio de promoções, ações especiais e mensagens. Muitas empresas estendem as ações ao longo de toda a semana. 20 de abril – Páscoa: Um marco anual para setores como confeitaria e artesanato. Prepare-se com antecedência para atender à alta demanda por chocolates, produtos temáticos e itens personalizados. 10 de maio – Dia das Mães: Uma das datas mais importantes para o varejo, no primeiro semestre. Incentive as compras com campanhas criativas e ofertas especiais para diversos segmentos. 12 de junho – Dia dos Namorados: Comemorado no Brasil, no dia 12 de junho, a data é excelente para criar ações que impulsionem as vendas. Em 2024, movimentou R$ 2,59 bilhões no varejo, segundo a CNC. 10 de agosto – Dia dos Pais: Sempre, no segundo domingo de agosto, neste ano, no dia 10, é mais uma oportunidade para campanhas direcionadas que fortaleçam a marca e alavanquem vendas. 15 de setembro – Dia do Cliente: Distinto do Dia do Consumidor, essa data é perfeita para estreitar o relacionamento com os clientes e oferecer promoções exclusivas. 12 de outubro – Dia das Crianças: Negócios voltados ao público infantil podem aproveitar o apelo emocional da data com produtos e serviços criativos. 31 de outubro – Halloween: Com doces, fantasias e itens temáticos, a data oferece espaço para ações diferenciadas e eventos temáticos em diversos setores. 28 de novembro – Black Friday: Um dos momentos mais aguardados do varejo, a Black Friday, deste ano, será em 28 de novembro. É possível estender as ofertas ao longo do mês (Black November) para atrair ainda mais consumidores. 1º de dezembro – Cyber Monday: Tradicionalmente, focada em tecnologia, a Cyber Monday, no início de dezembro, também está se expandindo para outros setores. 25 de dezembro – Natal: A data mais esperada do varejo. Planeje campanhas temáticas e promoções para aproveitar o maior período de consumo do ano. Prepare-se com antecedência, alinhe sua equipe e maximize as oportunidades que o calendário de 2025 oferece! Como se planejar Depois de analisar as principais datas do calendário de 2025, é hora de entender quais celebrações fazem sentido para o seu negócio. É necessário considerar as datas que tenham relação com os produtos ou serviços oferecidos pela sua empresa e apostar, na criatividade, para explorar até mesmo datas mais segmentadas. Existem diversas oportunidades para os mais variados segmentos. Em uma loja de materiais de construção, por exemplo, pode-se aproveitar o Dia do Eletricista ou do Pedreiro; as farmácias podem fazer campanhas de saúde relacionadas ao Dia do Diabetes e da Hipertensão. Para as datas de maior importância para o negócio, o indicado é se preparar com até três meses de antecedência. O planejamento antecipado permite que a empresa organize melhor a distribuição e precificação dos produtos, treine os funcionários, quando necessário, sobre um lançamento ou uma nova linha de produtos, e diminua a chance de erros, quando a data comemorativa chegar. Vamos fortalecer as compras locais. Mogi Mirim é nossa casa, comprar aqui é acreditar no futuro! Nelson Theodoro JuniorPresidente da ACIMM

Esse é o momento para apreender!

A internet, especialmente com a popularização das redes sociais, transformou o comportamento dos consumidores. Antigamente, campanhas de marketing individuais eram eficazes e o modelo tradicional trazia bons resultados. No entanto, com o avanço das tecnologias, esse cenário mudou.   As redes sociais não são mais apenas uma ferramenta útil para qualquer estratégia de marketing; elas se tornaram essenciais e ajudaram a criar uma conexão mais próxima com os clientes. Hoje, os consumidores esperam que sua relação com as marcas vá além do simples valor funcional dos produtos.   Portanto, é fundamental reconhecer que a abordagem de marketing precisa ser repensada. Não se trata mais do modelo tradicional e “forçado” de campanhas publicitárias, mas de um marketing focado no envolvimento, que atrai os clientes ao contar histórias, promover discussões e atender às suas necessidades e interesses.   O objetivo agora é estabelecer um relacionamento mais duradouro entre o consumidor e a marca. Não se trata apenas de vender um produto, mas de ajudar o cliente. Ou seja, a questão não é “como vender”, mas “como ajudar”.   O conteúdo oferecido precisa ser verdadeiramente útil para o cliente, permitindo-lhe expressar suas opiniões e, assim, conquistar sua atenção, pois está falando de algo que lhe interessa. Se o foco for apenas na venda, o consumidor pode nem se dar ao trabalho de ouvir. No entanto, se a conversa começar despertando seu interesse, é bem mais provável que ele preste atenção.   Formar um grupo ou comunidade para iniciar um diálogo com seus clientes, pedir suas opiniões e discussões sobre tendências interessantes pode ser um ótimo caminho. Além disso, essa conversa pode ser compartilhada nas redes sociais, ampliando o alcance da interação.   O marketing pode surgir de um simples conselho, dica, curiosidade ou até mesmo de um jogo. Tudo isso chama a atenção do consumidor. Se a proposta for apenas vender o produto, ele pode ignorá-lo. Mas, ao iniciar um diálogo genuíno, focado nos interesses do cliente, a atenção será garantida.   Envolver o cliente é, sem dúvida, uma excelente estratégia para promover a divulgação de seu produto e de sua marca. Utilize uma abordagem inspiradora e envolvente. O marketing tem mais impacto quando os consumidores sentem que estão estabelecendo um relacionamento com a marca.   Essa relação precisa ser construída e cultivada, visando criar uma conexão emocional com a marca. Fiquem atentos a essa dica. Boa semana!

Como fazer com que o site apareça no Google?

O início deste ano foi marcado por essa pergunta, muitas empresas fizeram diversos questionamentos sobre isso. Com o grande crescimento do E-Commerce, os empresários estão cada vez mais focados em buscar estratégias que tragam mais visibilidade para suas respectivas marcas. Com isso, hoje, apresento esse tema para contar um pouco sobre uma das ferramentas ajudá-lo a alcançar o melhor resultado durante esse processo. Imagine que sua empresa é nova na rede de computadores e acabou de estrear um site corporativo. Uma das suas tarefas é aumentar a visibilidade da marca na rede, fazendo com que o link apareça nos primeiros resultados de busca do Google – destacando as palavras-chave, seu site aparecerá na lista de anúncios. Essa solução pode ser paga e é conhecida como resultado patrocinado. Costumo analisar que, poder escolher investir 1 real ou mil reais por dia, a diferença estará na visibilidade do anúncio e a persistência em seu rankeamento, para que assim, seu site apareça de forma orgânica nos resultados de uma busca na internet. Lembre-se sempre de observar as consultas em seus anúncios, analisando seu retorno, pode-se inserir SEO em suas publicações, desde que se dedique a monitorar com que frequência as palavras-chave em seu site estão despertando consultas que se convertam em novos clientes. Para estar nos links patrocinados (aparecem à direita ou na parte superior da página de resultados do buscador), você deverá abrir uma conta no Google Adwords, selecionar as palavras-chaves ligadas ao negócio e escrever seu anúncio. Nele, há a possibilidade de você pagar apenas o valor que deseja investir, e o preço máximo que está disposto a pagar pelo custo por clique – cada palavra tem um valor de lance a sua disposição para ser pago, esses valores determinarão a sua posição nos anúncios patrocinados. Falando assim parece fácil, o que não está na receita é que precisará dedicar um tempo para analisar os resultados das pesquisas e valores pagos. Nem sempre o melhor é aparecer como primeiro anunciante, pois o segundo e o terceiro podem estar pagando 50% menos e estarem aparecendo na mesma página. É preciso estar atento as expressões inseridas em sua página, para que seu anúncio chegue as pessoas certas, como por exemplo: a venda de um acessório para o publico masculino, mas que talvez isso não esteja tão especificado. Outra ação importante, é colocar essas expressões também dentro da programação de seu site, para que elas contribuam com sua busca orgânica, aquela que acontece naturalmente, sem custo, todo site tem um “RANK”, que é uma das formas que as ferramentas de pesquisas usam para analisar resultados relevantes, ou seja, mostrar endereços bons, melhorando o site, tornando-o mais conhecido conforme o acesso de visitas. Essa é a minha dica para ajudar em seu negócio. Fiquem com Deus! Boa Semana! 

Networking: uma técnica valiosa para o sucesso

Todos nós conhecemos o ditado: “tempo é dinheiro”, não é mesmo? Pois bem, essa sabedoria popular está cada dia mais presente em nossa rotina, sendo fundamental que os profissionais aprendam a organizar e ajustar da melhor forma o seu tempo. Assim, é possível obter os melhores resultados, seja na vida particular ou nos negócios. Venho observando que nos últimos anos, os problemas que, eventualmente, tenho, outras pessoas já tiveram ou então, terão mais para frente. Ou seja, estamos sujeitos a situações muito parecidas e as soluções podem ser muito próximas. Menciono isso como um profissional que está em constante aprendizado, pois acredito que a troca de experiências com outros empresários pode ser a solução para muitas dores de cabeça e, até mesmo, o início de novos cases. Portanto, faz-se muito necessário a introdução de momentos de troca de vivência em nossa agenda. E é aí que entra aquela palavra-chave chamada Networking. Mas afinal, o que é Networking? Networking é a troca e o compartilhamento de informações entre grupos de pessoas ou serviços, expandindo, assim, a rede de conexões de um profissional. Ele se estabelece através de encontros que são marcados com momentos de descontração e aprendizado, como: happy hours, palestras, cursos, workshops, entre outros eventos do tipo. Atualmente, há encontros em todos os ramos e atividades. Esses eventos geram caminhos para viabilizar uma ideia, para solucionar uma questão, para alavancar projetos e até mesmo para ter novas soluções que talvez nem tenha passado pelo nossa cabeça, antes de serem compartilhados com outros profissionais. As trocas de experiências, a partir do networking, não são eventos diários. Esses eventos se estabelecem de maneira dosada e objetiva, em que são agendados os encontros, os temas a serem abordados e são realizadas diversas atividades virtuais ou presenciais. Tendo isso em mente, é importante reforçar que esse contato com possíveis clientes ou com outros empresários, não pode ficar restrito às redes sociais, ou seja, para que haja maior aproveitamento, faz-se necessário que as conexões tenham a mesma quantidade encontros. Tudo que pudermos aprender é válido, mas sempre que descobrirmos algo, a fixação desse conhecimento vem com aplicação na prática. E do que adianta o saber se não utilizamos isso? A sua frequência em eventos de networking deve estar ligada aos seus objetivos como empresário: quanto mais os encontros se mostrarem desafiadores e com pessoas que compartilhem do mesmo pensamento que você, melhor serão os resultados, quando forem aplicados na sua empresa. Se você tem interesse pelo tema, convido-o para acompanhar nossas redes sociais e buscar cursos de empreendedorismo, além de assistir ao nosso canal no YouTube, nele, compartilhamos muitas informações e ensinamentos valiosos que podem auxiliar em sua jornada como um empresário de sucesso. Organize sua agenda e busque frequentar eventos como esses. Convide seus colegas do ramo e sócios! Juntos poderão ter visões diferentes e terão a oportunidade de conversar sobre as diferentes experiências que obtiveram. Quem sabe nesse ‘meio tempo’ poderá surgir alguma boa oportunidade para futuros bons negócios! Boa Semana!

Volta da exigência de visto dos turistas do Canadá, Estados Unidos, Austrália e Japão preocupa o setor do turismo

Na última reunião do Conselho de Turismo da Fecomercio São Paulo, ficou muito claro que o aumento da burocracia que o governo deseja implantar, significará diminuição do interesse turístico por nosso país. A volta da exigência de visto para passaportes estadunidenses, australianos, japoneses e canadenses é tida como preocupante pelo Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo.  O argumento para a revogação da isenção, política adotada em 2019, se baseia em dois pontos: da reciprocidade e dos efeitos nulos da medida. Em nossa avaliação é um erro, porque diminui nossa competitividade com outros países da América do Sul, uma vez que Chile, Colômbia, Peru e Argentina não exigem vistos dos cidadãos norte-americanos, por exemplo. Consequentemente, menos burocracia atrai mais turistas e mais gastos para a cadeia. De acordo com dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), economias do G20 têm potencial de atrair um adicional de 122 milhões de turistas e gerar uma exportação no turismo de US$ 206 bilhões, em simplificações dos processos de vistos.  Atualmente, os Estados Unidos são o segundo país com desembarcados no Brasil, principalmente por meio aéreo, e fica atrás somente da Argentina. Em 2022, entraram no País 441 mil estadunidenses, 54,2 mil canadenses, 25 mil australianos e 17,6 mil japoneses, os quais respondem por cerca de 15% do total de turistas que ingressam em terras brasileiras. São números que não podem ser desprezados, vamos imaginar o volume de recursos que as pessoas colocam no nosso país e, se criamos dificuldades, perderemos parte desse montante. A medida ora tomada vai ao sentido contrário das políticas do Ministério do Turismo e da Embratur: recuperar a imagem do País no exterior, ampliar os investimentos na promoção nacional em países como os Estados Unidos, fomentar os aportes financeiros para a ampliação da estrutura turística, entre outros. Segundo Guilherme Dietze, assessor técnico do Conselho de Turismo, a isenção unilateral beneficia o turismo ao incluir os passageiros que decidem por impulso e motivados por promoções. “O visto é uma barreira, especialmente nesses casos. Outros países com interesses comercial e turístico no País devem ser avaliados, para que se alinhe este tipo de ação com outras de comércio exterior e parcerias estratégicas”. Precisamos nos mobilizar, estados, municípios, capital e interior, para auxiliar o conselho a reverter essa mudança que vai apenas prejudicar a nossa economia. Vivemos um momento em que cada centavo que entra no país conta, para ajudar na soma das substâncias de nossas empresas e de nossos empregos. Não precisamos mais de burocracia, precisamos de liberdade, precisamos de recursos, e os recursos do turismo são limpos e em sua maioria chegam às mãos de todas as classes, sem distinção. Boa semana!

A influência da embalagem na hora da compra

Muitas pessoas que vão ao supermercado fazer compras, quase sempre nunca se lembram do nome das marcas dos produtos que usam. Mas lembram-se bem da embalagem, suas cores e símbolos, e assim podem identificar o produto e comprá-lo.   Quem nunca ouviu o ditado “Uma imagem vale mais que mil palavras”. Pesquisas já demonstraram que as pessoas associam muito mais uma imagem do que palavras e até mesmo sons.   Precisamos usar o máximo possível do nosso visual para melhorar as vendas, quanto mais marcante for a comunicação, mais fácil é a identificação com o consumidor.   Sua empresa possui uma marca. Faça com que esta marca acompanhe todos os detalhes, deixe suas cores presentes e a tipologia próxima do cliente, desenvolva embalagens criativas que surpreendam, mas sem esquecer que precisam ser funcionais. Às vezes, podemos pensar em coisas lindas, mas que na mão do cliente pode se tornar um problema, afastando o consumidor.   No papel das embalagens fica claro o processo Experimentação, Recompra ou Troca, no qual os consumidores experimentam um novo produto e, de acordo com a experiência, repetem a compra ou mudam para outra marca, para assim, testar um novo produto:   Experimentação: 79% experimentaram um novo produto porque a embalagem chamou sua atenção na prateleira da loja.   Recompra: 53% compraram novamente um produto em função da embalagem.   Troca: 46% trocaram de marcas por conta das experiências negativas com embalagens mal produzidas.   E isso se aplica a todo setor, não apenas na indústria. Em sua loja, por exemplo, vale a pena investir em uma bela embalagem para os produtos que vende, pois durante o transporte o consumidor está fazendo propaganda do seu produto. E se esta embalagem estiver destinada a um presente, quanto mais agradável ela for mais destaque junto a outros presentes e, com isso, sua marca vai ganhando visibilidade onde provavelmente seria impossível fazer uma propaganda convencional.   Pense mais alto na hora de desenvolver suas embalagens, elas não são apenas custos, mas veículos de apelo de vendas e de propaganda.   Bom trabalho!

Reforma Tributária, sim. Aumento de tributos, não!

Há mais de 6 anos, entrou em pauta uma possível Reforma Tributária no Brasil. E vem se arrastando, num pensamento, que prejudica todos os prestadores de serviços que geram aproximadamente 60% de empregos em todo o País. Tudo que foi apresentado até o momento, aumenta a carga de impostos dos Prestadores de Serviços, contribuindo para a elevação das taxas de desemprego e trabalhos informais. Existem duas PECs 45/2019 e a 110/2019 , elas que criam o Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) e até agora estavam paralisadas, no Congresso Nacional, voltaram a ganhar foco, à medida em que as políticas econômicas do atual Governo passaram a ser estabelecidas. O imposto incidirá também sobre: os bens intangíveis; a cessão e o licenciamento de direitos; a locação de bens; as importações de bens, tangíveis e intangíveis, serviços e direitos. Segundo os especialistas, as melhorias no sistema tributário brasileiro – que já é totalmente complexo e burocrático – devem partir de uma reforma administrativa que procure beneficiar a população e não fazendo aumento de mais impostos, cuja carga do Brasil, hoje, já é uma das maiores do mundo. As propostas atuais de Reforma Tributária preveem um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) com sistema de compensações de insumos. Entretanto, nos Serviços quase não há insumos para serem compensados, e o IVA presume a junção de PIS, Cofins, Imposto sobre Serviços (ISS), Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Com isso, as alíquotas máximas e mínimas, que, atualmente, estão em torno de 14,25% e 5,65%, passariam por um acréscimo entre 25% e 30%, de acordo com as previsões. Observando isso, pode-se dizer que o principal interesse do Governo é arrecadatório, para sustentar uma carga tributária sobre o PIB de 33% – uma das maiores do mundo. O governo já percebeu que precisa arrecadar para sustentar uma máquina inflada, cara e ineficiente, que primeiro deveria ser diminuída, por meio de uma reforma administrativa, para depois, sim, começar a ser analisada de forma adequada. É o mesmo que ocorre em nossas empresas ou mesmo em nossas casas, quando as contas não fecham, precisamos diminuir despesas.  Se a reforma for aprovada da forma que está, teremos aumento dos preços de Serviços e os mesmos não poderão ser absorvidos pela população. Com isso, a tendência é aumentar a inflação, quebrar empresas e, posteriormente, na sequência aumento do desemprego, gerando mais pessoas na informalidade. “Inflação é o pior problema, o mais vulnerável, só traz prejuízo a todos.” Vamos pensar juntos, nisso! Boa semana!

A região precisa de mais receita e o Carnaval é uma oportunidade

Há algum tempo, comento que o mundo precisa se movimentar cada vez mais com ações positivas, em todos os sentidos. Os movimentos geram outros movimentos e acabam criando demandas que, às vezes, não imaginamos.   Muitas atividades foram deixadas para trás, principalmente, por escolhas feitas por pessoas despreparadas e sem olhar os números ou as estatísticas confiáveis. Acreditaram que algumas atividades eram desnecessárias, afirmando ser desperdício de dinheiro.   Isso aconteceu com o Carnaval, na maioria das cidades de nossa região. Onde antes havia uma alta demanda de visitas e de participação popular, hoje, são vultos de um passado, deixando espaços para as drogas e para os bandidos aliciarem novos integrantes.   O Carnaval não é apenas folia, ele é motivo para atrair visitantes para nossas cidades, os tão desejados turistas, que vêm com recursos para gastar no comércio, nos bares, nos restaurantes e nos hotéis. O Carnaval é um grande gerador de empregos, nos mais diversos setores da economia, das costureiras aos motoristas de Uber, sem distinção.   Segundo o Ministério do Turismo, o Carnaval deve gerar este ano mais de 36 milhões de pessoas em 6 cidades brasileiras. O que obriga o setor público dessas cidades a investir em segurança, meios de transporte e benefícios para seus moradores. Sem falar que esse número de pessoas vai gastar nas cidades. Realizando uma conta bem baixa, se cada uma delas deixar na cidade R$ 100,00, haverá R$ 360 milhões de reais em circulação. E ainda tem os valores dos patrocínios das empresas para falar com esse público.   Alguns podem mencionar que isso é apenas para cidades grandes, afirmo com conhecimento de causa, é para todas as cidades. Os investimentos retornam com certeza. Um exemplo: em Mogi Mirim, montamos uma Bateria de Escola de Samba que se chama SAMBAFAM, conseguimos unir 40 pessoas, entre bateristas e apoio, recebemos alguns patrocínios, que foram investidos em camisetas e em instrumentos.  Além de que todos os integrantes, por estarem no movimento, acabaram investindo em detalhes particulares, como tênis, bermudas, chapéus, maquiagens e outros adereços.   Também foi preciso contratar equipamentos de som, transporte para os instrumentos e pessoas, lanches, refrigerantes, água, peles para manutenção dos instrumentos. Resumindo, em média estimamos que a montagem gerou uma movimentação financeira, no comércio local, entre R$ 40.000,00 e R$ 50.000,00.   Esses recursos estariam parados em contas bancárias, sem gerar nada e devido ao “movimento” foram para as ruas, gerando riqueza, renda e alegria.   Esse é um pequeno exemplo de como as ações que geram movimentos trazem retorno. Investir nos eventos culturais ou melhor nas atividades, fazendo as pessoas saírem de casa, gera riqueza para todos.   Assim, quantas atividades durante o ano podem ser boas oportunidades, a folia de reis, o forro nas festas juninas, os desfiles cívicos, os bingos da vovó e o Natal são exemplos que geram muita renda para toda nossa região. Agora, o detalhe é que os eventos geram movimentos, lembre-se até o mundo gera, se ele parar, tudo acaba.     Vamos pensar nisso juntos? Boa Semana! Fiquem com Deus!

Nelson TheodoroJr