Esta é a hora de usar as Calçadas

Do início da pandemia até agora, a população, em geral, está trancada em casa, em outras palavras, presas sem direito à fiança. Agora, as pessoas querem sair, ver outras pessoas, se encontrarem. Contudo ainda tem a insegurança dessa doença maldita.

Como, ainda, há restrição para viajar, o melhor é visitar bares e restaurantes da nossa cidade, cá entre nós, são muito bons e podem ser a válvula para nossa sanidade mental.

Trago aqui uma sugestão muito simples, para nós que precisamos de interação e de vida social. O Projeto “Mesas na Calçadas”, isso mesmo, deixemos os bares e os restaurantes colocarem suas mesas nas calçadas e nas praças próximas aos estabelecimentos. Ah! como isso seria bom de todos os ângulos. As mesas ficariam mais distantes, propiciando mais segurança entre as famílias, garantindo uma certa continuidade do distanciamento social. Os estabelecimentos podendo atender mais pessoas e famílias.

O fato de ficarmos nas áreas externas, ajudaria muito no afastamento do sentimento de prisão, pois mesmo estando visitando um bar ou restaurante na parte interna, ainda sobram ressonâncias desse sentimento de estar entre paredes.

Isso não é nenhuma novidade, as cidades de Nova York, Paris e até São Paulo, possuem projetos semelhantes. Será que eles são muito mais espertos que nós, ou apenas tem mais conhecimento e coragem de aplicar os conceitos que todos sentimos de forma semelhante.

A verdade é que precisamos fazer coexistir mesas, cadeiras, bares, restaurantes, caçadas e pedestres, de uma forma que um não invada os direitos do outro. A sonorização dos ambientes externos deve ser uma preocupação, a prefeitura tem as normas de alturas dos decibéis permitidos, os músicos ou os sons mecânicos só devem se adequar às normas e saberem que a sonorização é um complemento, não o fato primordial, neste momento. As pessoas têm que reaprenderem a conversar e a dialogar, afinal foram quase dois anos de reclusão.

Se soubermos nos ajustar, teremos uma convivência pacífica e harmônica, que ajudará na própria sobrevivência da nossa sociedade. Ao conseguir isso, seremos exemplos na região, até para o mundo, isso poderá trazer muitas pessoas à cidade e ser um diferencial de turismo.

Pense nisso e boa semana!

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